PARQUE ESTADUAL DA PEDRA SELADA

Criação: Decreto Estadual nº 43.640, de 15 de junho 2012

Área: aproximada de 8.036 hectares 

Abrangência: parte dos municípios de Resende e Itatiaia

TEM COMO OBJETIVOS BÁSICOS

Preservar as populações de animais e plantas nativas e oferecer refúgio para espécies migratórias, raras, vulneráveis, endêmicas e ameaçadas de extinção da fauna e flora nativas como a floresta atlântica, os remanescentes de bosques de araucária e os campos de altitude.

Primeira e ainda única unidade de conservação de proteção integral estadual presente na Serra da Mantiqueira, forma importante corredor ecológico com o Parque Nacional do Itatiaia e com outras UCs públicas e privadas próximas, protegendo as nascentes de rios contribuintes de algumas das principais bacias hidrográficas da Região Sudeste – Paraná e Paraíba do Sul –, contribuindo para a preservação das cadeias de montanha em que está situado o extraordinário monumento geológico representado pelo grupo de picos que compõem a Pedra Selada.

Ao proporcionar oportunidades de visitação dentro de seus limites, recreação, interpretação, educação e pesquisa científica, o parque cumpre seu papel de estímulo ao desenvolvimento do turismo em bases sustentáveis, contribui para o desenvolvimento regional, abrindo oportunidades para pequenos e médios empreendimentos, gerando empregos e renda na atividade turística nas zonas rurais fluminenses.

Clique para ver com detalhes o limite da UC

 

Endereço (Provisório): Av. Presidente Wenceslau Braz, 200, Vila de Visconde de Mauá – Resende - RJ
Telefone: (24) 3387-2318
Horário de visitação: 8 às 17h

Adote a Conduta Consciente
•Informe-se sobre normas e regulamentos dos locais que vai visitar.
•Caminhe somente pelas trilhas; atalhos são perigosos e degradam o ambiente.
•Deixe cada coisa em seu lugar; não risque pedras ou troncos de árvores.
•Respeite a fauna e a flora: observe animais à distância, não os alimente, não cace nem colete espécies.
•Não faça fogueiras.
•Cuide do lixo que você produz até chegar a um ponto de coleta.
•Leve materiais de primeiros socorros.
•Informe às autoridades em caso de acidente.

Ao ar livre
Passeios, caminhadas, escaladas e muitas outras atividades ao ar livre podem ser feitas sem perturbar o ambiente natural, por isto são atividades permitidas no interior dos parques.
E sempre bom lembrar que a prática de atividades recreativas e esportivas em áreas naturais oferece riscos, inclusive dentro de parques públicos. Saiba mais.
É bom lembrar também que a caça, a captura de animais e a retirada de plantas são condutas ilegais!

O que é o Plano de Manejo?
O Plano de Manejo é um documento elaborado a partir de diversos estudos (do meio físico, biológico e social), que estabelece as normas, as restrições para o uso, as ações a serem desenvolvidas no manejo dos recursos naturais da UC e seu entorno, visando minimizar os impactos negativos sobre a UC, garantir a manutenção dos processos ecológicos e prevenir a simplificação dos sistemas naturais.
O zoneamento da UC, as medidas para promover a sua integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas e as regras para visitação também devem constar nesse documento.

O PM do parque encontra-se em execução no ano de 2014.

Consulte a Composição do Conselho, estabelecida pela Portaria Inea/Dibap nº 45, de 15 de agosto de 2014. Publicação no D.O de 27/08/2014.

Gestão Participativa nas unidades de conservação estaduais
O Programa de Fortalecimento de Conselhos promove a criação e a renovação dos conselhos gestores das unidades de conservação administradas pelo Inea. As ações previstas no programa, como a realização de diagnósticos rápidos participativos (DRP) e reuniões periódicas, vêm sendo desenvolvidas com bastante empenho objetivando o fortalecimento da gestão participativa em 28 conselhos de unidades de conservação, sejam elas de proteção integral ou de uso sustentável.

Para a formação dos conselhos gestores são utilizadas metodologias participativas adequadas ao perfil de cada conselho, dentre elas os DRPs. Até a publicação da Portaria que legitima cada Conselho são realizadas pelo menos oito reuniões. Os representantes das instituições manifestam seu interesse em participar dos conselhos por meio do documento denominado carta de intenção.

Tais conselhos reúnem órgãos públicos, instituições de pesquisa e entidades da sociedade civil interessadas na adequada implantação e gestão das unidades de conservação. São espaços de diálogo, consultivos ou deliberativos, compostos por diferentes atores sociais e o órgão ambiental estadual. Além da legitimação dos conselhos por meio da publicação de suas respectivas portarias, o programa também atua na capacitação dos conselheiros por meio da realização de oficinas, elaboração de vídeos e cadernos temáticos. Após dois anos, a contar da posse dos conselhos, é iniciado o processo de renovação do mesmo.

Um dos principais objetivos de todas as categorias de UCs é possibilitar a realização de pesquisas científicas. Isto porque esses estudos expandem o conhecimento sobre os diversos ecossistemas, os saberes tradicionais e as relações sociais, associados às áreas protegidas. De acordo com a Lei n° 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), a execução de pesquisa científica em UC depende de autorização prévia do órgão responsável pela unidade e está sujeita às condições e restrições por ele estabelecidas.

O Inea, por meio de seu Serviço de Planejamento e Pesquisa (Sepes), apoia e incentiva a realização de pesquisas científicas nas unidades de conservação sob sua administração.

Ver aqui como desenvolver pesquisas nas UCs estaduais

Ver aqui as pesquisas desenvolvidas no PEPS