Foto de Felipe Tubarão

Incendiar as florestas é crime contra o meio ambiente, contra as pessoas e as espécies animas e vegetais. As leis que falam sobre isto são:

  • Código Florestal (Lei Federal nº 12.651, de 25 maio de 2012)
  • Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998)
  • Lei Estadual nº 3.467, de 14 de setembro de 2000

Medidas preventivas podem reduzir muito o risco de fogo em matas e campos. Evitam-se assim incêndios altamente prejudiciais para a flora, fauna, solos, água, clima local e paisagem. Eles retardam e dificultam os processos de recuperação do ambiente.

São medidas preventivas aconselháveis:
- Retirar ou reduzir o material combustível (folhas, ramos, galhos, troncos, terra vegetal, frutos secos);
- Abrir e manter aceiros limpos e desimpedidos;
- Não atear fogo em pastos e áreas abandonadas que não tenham limites bem aceirados e que não estejam sob fiscalização.

Podemos ter mais cuidado para que as florestas não sejam incendiadas, evitando:
- Queimar o lixo;
- Descartar pontas de cigarro acesas;
- Fazer fogueiras em acampamentos;
- Soltar balões;
- Jogar garrafas de vidro ou PET em locais públicos;
- Fazer queimadas para limpar pastagem e/ou plantio agrícola. Conheça e imprima o cartaz: “Queimada é fogo"! 

Índice de Risco de Incêndios Florestais (IRI)
A ocorrência de incêndios na vegetação relaciona-se diretamente com os fatores facilitadores como a umidade relativa do ar e a temperatura. Com base nesses fatores foram desenvolvidas fórmulas para cálculo do Índice de Risco de Incêndios Florestais (IRI), divulgado diariamente pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Corpo de Bombeiros.

Calculado a partir das informações meteorológicas, o índice é dividido em três níveis (Baixo, Médio e Alto), que estabelecem os graus de probabilidade de início e de velocidade de propagação do fogo. Índices específicos serão divulgados diariamente para as seguintes regiões: Capital, Serrana, Sul, Norte-Nordeste, Baixada Litorânea, Baixada Fluminense, Metropolitana e Costa Verde.

A divulgação do índice é uma das estratégias de prevenção e combate durante o período de estiagem, que vai de maio a outubro. O nível apurado vai determinar o grau de prontidão das equipes do Serviço de Guarda-Parques do Inea.

Confira as características de cada nível do IRI:

RiscoDescrição
BaixoPropagação lenta a partir de amontoados de resíduos, acampamentos e de outros focos internos.
MédioOs incêndios têm início com frequência, devido ao arremesso de fósforos ou fagulhas, tendendo a propagar-se mais rapidamente de acordo com o aumento de tamanho do foco.
AltoO incêndio inicia-se rapidamente, causado por fósforos, pontas de cigarros, fogueiras etc., com velocidade de propagação muito rápida e de difícil domínio. O fogo é originado por fagulhas ou pequenas chispas que se dispersam com facilidade, produzindo novos incêndios.

 

Para ver o Boletim de Risco de Incêndios clique aqui.

Relatório diário de incêndios Florestais  (  Sem ocorrências )